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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Dia...
Fazia tempo que ele não experimentava o calor do sol em sua pele. Ele que morava na cidade cinzenta, desacostumara de sentir calor. Caminhou até as franjas do mar, sentou-se na areia branca, admirando a calmaria e os pequenos projetos de ondas que chegavam até seus pés. Respirou aquela poesia presente no ar, talvez seja a magia dessas terras ou somente maresia e poluição. Mas feliz por estar ali, sentou-se. Em suas mãos trazia um livro, seu companheiro de viagem. Enquanto ele absorvia a energia daquele lugar, viajava para outro acompanhado de seu livro. Tudo parecia estar no lugar. Mas não estava. Começou a sentir algo estranho, que o tirara de sua viagem, olhou ao seu redor e percebeu que o sol havia se escondido e agora água caía fina do céu. Isso o deixou triste, mas ao perceber que essa água caia somente em um pedaço daquelas terras, conseguiu admirar a beleza daquele momento e entendeu que era para ser assim e se a água caía ali, era por algum motivo. Ele, então, deixou-se lavar. Levantou e caminhou, passos leves e calmos por entre as franjas do mar, saboreando cada momento.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Bilhete...
Quando você ler este bilhete, se você ler esse bilhete, eu estarei a caminho de algum lugar, perdido na rodoviária, ou na estrada a caminho das franjas do mar. Não tenho certeza como isso aconteceu, mas desde que você decidiu secar, tudo tem sido mais difícil por aqui, você sabe bem disso. Pressinto o inevitável, mesmo com todos os avisos dos amigos, desejando que seja, somente uma fase... E é... Terminal, mas é uma fase. Irônico isso tudo que aconteceu, eu sempre me senti, um, quando na verdade não era. Desde que quebrei, um outro eu surgiu, alguém que em outra circunstância eu não gostaria, mas foi... Nascido da tentativa de segurar esse aborto de vida, por entre as águas primaveris, com um lado tão escuro quanto a noite. Não quero mostrar meu lado escuro, porque lá estão todas as memórias, sensações e eu. Não quero olhar para lá, mas sei de sua existência. Herança de mim.
Abro mão, deixo ou deixei-me morrer por que a fragilidade e sentimentos intensos me levaram para esse rumo. Sem falar naquela sua mania de lembrar de tudo feito um gravador... Sei que foi o melhor para nós que eu morresse, assim, eu pararia de gravitar na órbita de mim mesmo. Quem sabe eu tenha espaço para ser totalmente, principalmente agora que existe um enorme espaço vazio em mim. Vou preenche-lo com palavras, porque gosto delas... As palavras, quando me faltarem, transformarei em canção e cantarei, a plenos pulmões tudo que preciso naquele momento. Mas se a música estiver encalacrada na garganta, então por não conseguir cantar, dançarei! Explodindo em movimento no afã de viver para sempre, de saltar sem medo, cair e me erguer forte, e se isso não me preencher, vou deixar como está até que algo cresça no lugar, quiçá minha flor...
Minhas malas prontas, cheias de memórias, roupas e livros, sem nenhum plano, roteiro ou sentimento. Agradeço por que finalmente eu posso, quem sabe, descansar e voltar para casa, para me ver.
Preciso ir agora...
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Luz...
Seus olhos estavam fechados, estava escuro e silencioso. sentia o ar se mover a sua volta, talvez fosse seu corpo em movimento por algum motivo. movimentos no vazio, buscando a luz, assim como um girassol. Lançado no movimento vazio da solidão seu corpo se preencheu de um sentimento ruim, raivoso. Relampejava, chovia dentro dele e essa chuva lavou a raiva deixando somente a pena guiar seus movimentos. Relâmpagos iluminavam seu caminho, sua respiração entrecortada ansiava por um novo ar. Resolveu caminhar para por as ideias em ordem, mas como caminhar de olhos fechados? Deu com a cara na parede. Doeu. Forçou abrir seus olhos e tentar enxergar. Viu uma porta e caminhou até ela. Fechou-a. Despiu-se de toda e qualquer roupa, sapato e mágoa. Trancou tudo isso atrás daquela porta e voltou a tatear incertos passos no escuro. Tudo era sem graça, e o tempo demorava a passar. Chegou a uma janela, olhos e janela abertos, avistou um céu cinza e triste. Mas ao longe havia um raio de sol que iluminou seus olhos e a chuva que caia dentro dele formou um arco iris colorindo sua visão. Sabia que existia um mundo de outra cor, bem ali. Subiu na janela e viu o enorme penhasco a sua frente, sem pensar saltou para o infinito, para o vazio no afã de encontrar o que quer que tenha depois do arco iris. Enquanto caia, sentia o vento acariciar sua pele. Abriu os braços como se fossem asas, tentando abraçar tudo que pudesse, tentando abraçar a imensidão. Com os olhos abertos, deixou para trás rastros de lágrimas, brilhantes como estrelas e um novo ar inflou seus pulmões e seu corpo, no torpor de ter encontrado algo que buscava foi tomado por uma amor tão grande que nem sentiu quando seu corpo encontrou as pedras no fim do penhasco. Escutou então uma melodia acelerada vinda de seu coração, sim ele ainda estava ali. Avistou o amanhecer, e o arco iris se abriu no céu, revelando um lugar bem feliz onde tristeza não há. Tudo, então se tornou luz.
domingo, 1 de dezembro de 2013
Mentira...
Minha mãe sempre me ensinou que devemos sempre falar a verdade, por mais que doa. Mentir é pior, porque quando você descobre a verdade, fica magoado, triste, decepcionado e isso dói mais do que a verdade. Pois então mamãe, lamento informar mas às vezes mentir é melhor do que falar a verdade. Tem momentos em que falar a verdade te dilacera de uma forma tão intensa que você precisa se esconder atrás de uma mentira para poder suportar continuar, mesmo que ela doa por mais tempo, é uma dor mais amena.
Talvez seja covardia, mas o que se pode fazer? Não suporto mais a verdade, porque ela me machuca e ninguém toma nenhuma atitude em relação a isso. Estou cansado de tanto me machucar, cansado de sofrer e a impressão que tenho é que falando a verdade ou não machuca do mesmo jeito, então tenho que escolher o que machuca menos.
Me vesti com a minha melhor máscara, com todos os adornos exuberantes, amordacei meu coração e as lágrimas que teimaram em querer sair. Será que isso era o certo? Menti. A atuação mais dolorosa de todas. Quase fraquejei, maldito coração que teimou em querer gritar.
Atirei-me no vazio, atirei-me nessa sombra que me tornei, para buscar a luz, porque se há tamanha sombra, deve haver luz em algum lugar. Esta doendo ainda.
Procuro um abrigo.
Talvez seja covardia, mas o que se pode fazer? Não suporto mais a verdade, porque ela me machuca e ninguém toma nenhuma atitude em relação a isso. Estou cansado de tanto me machucar, cansado de sofrer e a impressão que tenho é que falando a verdade ou não machuca do mesmo jeito, então tenho que escolher o que machuca menos.
Me vesti com a minha melhor máscara, com todos os adornos exuberantes, amordacei meu coração e as lágrimas que teimaram em querer sair. Será que isso era o certo? Menti. A atuação mais dolorosa de todas. Quase fraquejei, maldito coração que teimou em querer gritar.
Atirei-me no vazio, atirei-me nessa sombra que me tornei, para buscar a luz, porque se há tamanha sombra, deve haver luz em algum lugar. Esta doendo ainda.
Procuro um abrigo.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Amor...
Certa vez, Afrodite estava preocupada com a morte do amor entre os humanos, que viviam em um mundo onde crescia o egoísmo e a ganância. Ela sabia que todos esses sentimentos - bons e ruins - conviviam entre a humanidade e que caberia a cada um fazer suas escolhas, porém cada vez mais a opção ruim foi crescendo, abalando o equilíbrio da humanidade. Todos começaram a matar para conseguir coisas em proveito próprio e os que não tinham uma opinião formada, sucumbiam àqueles que eram mais astutos, fazendo-os lutar por ideais que não eram deles. Afrodite preocupada com o caminho de autodestruição em que a humanidade caminhava, foi pedir ajuda a sua irmã Atena. Sempre sábia, Atena lembrou sua amada irmã que essa era uma opção da humanidade e que ninguém poderia intervir no livre arbítrio. Elas conversaram por horas, até que Atena comovida pela irmã, conseguiu chegar a uma possível solução. Atena lembrou-lhe que ela não poderia interferir diretamente, mas que poderia influenciar a humanidade, relembrando-os daquilo que eles haviam perdido. Afrodite feliz com brecha encontrada por Atena, pôs-se a pensar no que ela poderia fazer. Foi então que ela decidiu criar duas criaturas, nascidas do amor para que pudessem assim disseminar esse sentimento pela terra. Fez nascer então por entre a neblina de verão dois seres feitos de amor,. Eles cresceram por entre os bosques primaveris banhados pelas águas de inverno, tendo o amor como alimento, fortalecidos pelo laço que os unia. Afrodite contou da tarefa que ambos tinham e soltou-os no mundo para que pudessem tentar ajudar a humanidade. Eles seguiram juntos, com seu amor inabalável, cativando aqueles que por eles passavam. Tocando a alma das pessoas. Porém, algo não estava dando certo, algo que nem Afrodite nem Atena estavam contando. A vida consumia lentamente aqueles seres e ambos acabaram se corrompendo durante sua jornada. Corações feridos, almas dilaceradas... Consumidos por tentarem viver o amor em meio a um mundo de maldades e descrenças. O laço estava desfeito. As luzes da cidade os cegaram e ambos se perderam no caminho. Seguiram direções opostas, sendo feridos e experimentando os sentimentos soltos no mundo. Perdidos, procurando por alguma coisa que não sabiam o que era... Afrodite não podia fazer nada, Atena não conseguia pensar em como poderia ajudar. As duas deusas tentaram diversas formas de fazer com que ambos se encontrassem novamente... Até que um dia, casualmente eles se encontraram. Mas não se reconheceram. O tempo havia passado e o ontem havia sido o momento de suas vidas, as lembranças daqueles dias de glória turvaram os olhos de ambos que traziam no corpo cicatrizes amargas e algumas histórias na mochila... Tamanha foi a intensidade do encontro que a energia gerada fez com que o laço que os unia voltasse mais forte do que antes... Nada se comparava a aquele olhar que eles trocaram, nenhuma preocupação, nenhum medo ou cuidado, todos os erros e arrependimentos ficaram guardados na memória, afinal ninguém poderia adivinhar esse gosto amargo que isso teria. Afrodite desejou voltar no tempo para que aquelas duas almas criadas para o amor não tivessem sofrido tanto, mas isso era impossível, até mesmo para uma deusa como ela. Eles se olharam por muito tempo, se reconhecendo um no olhar do outro, aproximando-se em silêncio suas mãos se encontraram. Suas almas transbordavam com aquele contato puro e seus lábios se encontraram finalmente, produzindo tamanha luminosidade que nem Afrodite foi capaz de enxergar. Então ambos amantes redescobertos foram consumidos pelo amor que os criou e que tanto eles buscavam. Suas almas fundiram-se em uma. Afrodite então, comovida com tamanho amor, levou essas almas, agora uma, para o céu, mantendo-a perto, dando-lhe o nome de Neith a misteriosa lua de Vênus. Afrodite pensou que seu intento tinha sido em vão, porém a semente plantada por esses amantes por onde eles passaram germinou forte, e o amor voltou a mostrar sua força. Ela ficou feliz por saber que tudo que fizeram não foi em vão. O amor ainda tem força.
(aspirações literárias não totalmente reprimidas)
(aspirações literárias não totalmente reprimidas)
domingo, 10 de novembro de 2013
12:41pm
Era uma vez um menino...
Porque esse celular teima em despertar quando eu estou tão cansado. Tudo que eu queria era dormir mais um pouco... Mas ele não deixa. Me animo com o desejo de uma bela e grande xícara de café com leite, algumas torradas e uma fatia de melão que preparo para meu café da manhã. Quem diria que um dia eu comeria tanto assim, de manhã. Sorrio ao me olhar no espelho do banheiro, vejo alguém diferente refletido... Rosto ingênuo e com espuma branca espalhada ao redor da boca. Raiva? Não creme dental. Escovo os dentes, enxáguo a boca deixando a raiva mentolada escorrer ralo abaixo. Examino meu olhos, hoje mais esverdeados do que o habitual. O cabelo tá horrível, mas não vou me importar com isso. Como em um musical da disney, preparo meu café cantando, imaginando pássaros, coelhos e esquilos me ajudarem com os afazeres matinais. Que loucura.
Depois do café tento arrumar meu quarto, e vou conferir meus e-mails pelo celular e reparo na data. Nem parece que hoje é hoje. Será que passou tão rápido assim? Me sinto em uma montanha russa, bem na hora da descida rápida. Não é legal, é nauseante perceber tudo assim de uma vez. Me sinto com várias toneladas, quando na realidade eu perdi 3 quilos em duas semanas. Nossa, eu perdi 3 quilos? Gente... Preciso ver isso, não deve ser normal...
Visto uma roupa confortável, que combine com minha alpargata preta de sola amarela. Gosto dela. Coloco a mochila nas costas decidido a seguir meu dia normalmente, preparado para minhas aulas e ensaios. Abro a janela do meu quarto e vejo o lindo dia de sol, presente pra mim? Quanta pretensão...
Saio do apartamento, tranco a porta e sigo pela rua, cantarolando as músicas que ouço em meu fone de ouvidos, as pessoas me olham, umas espantadas, outras com sorrisos no rosto, outras não estão nem aí. Ando.
O dia segue. Passo pela rua que me traz várias memórias, agora é difícil focar nelas, parece que estão se perdendo.
Ensaios, aulas...
12:41...
Estou parado na padaria, pagando por um bolinho confeitado. Saio de lá, sento em um banco no parque, perto de uma árvore de flores amarelas, seguro o bolinho entre as mãos, encaro a velinha acesa, repensando tudo que se passou, agradecendo e desejando outras tantas coisas. Com os olhos fechados canto baixinho para mim, meu celular vibra no bolso, sorrio. Ela jamais esqueceria, nem deixaria passar em branco. Falo com mamãe, lágrimas teimosas decidem sair de meus olhos. Desligo o telefone. Sopro a velinha ao mesmo tempo em que o vento sopra forte.
Dou uma mordida forte e gulosa no bolinho. E sigo com meu dia.
Não mereço parabéns por nada, na verdade.
Ensaio mais... Aulas mais...
Chego a noite em casa. Preparo mais uma xícara de café e sento na janela do meu quarto observando que o mundo segue seu curso... Respiro e o aroma do café me anima.
Decido reescrever.
Começo então...
Era uma vez um menino que gostava de amarelo...
Porque esse celular teima em despertar quando eu estou tão cansado. Tudo que eu queria era dormir mais um pouco... Mas ele não deixa. Me animo com o desejo de uma bela e grande xícara de café com leite, algumas torradas e uma fatia de melão que preparo para meu café da manhã. Quem diria que um dia eu comeria tanto assim, de manhã. Sorrio ao me olhar no espelho do banheiro, vejo alguém diferente refletido... Rosto ingênuo e com espuma branca espalhada ao redor da boca. Raiva? Não creme dental. Escovo os dentes, enxáguo a boca deixando a raiva mentolada escorrer ralo abaixo. Examino meu olhos, hoje mais esverdeados do que o habitual. O cabelo tá horrível, mas não vou me importar com isso. Como em um musical da disney, preparo meu café cantando, imaginando pássaros, coelhos e esquilos me ajudarem com os afazeres matinais. Que loucura.
Depois do café tento arrumar meu quarto, e vou conferir meus e-mails pelo celular e reparo na data. Nem parece que hoje é hoje. Será que passou tão rápido assim? Me sinto em uma montanha russa, bem na hora da descida rápida. Não é legal, é nauseante perceber tudo assim de uma vez. Me sinto com várias toneladas, quando na realidade eu perdi 3 quilos em duas semanas. Nossa, eu perdi 3 quilos? Gente... Preciso ver isso, não deve ser normal...
Visto uma roupa confortável, que combine com minha alpargata preta de sola amarela. Gosto dela. Coloco a mochila nas costas decidido a seguir meu dia normalmente, preparado para minhas aulas e ensaios. Abro a janela do meu quarto e vejo o lindo dia de sol, presente pra mim? Quanta pretensão...
Saio do apartamento, tranco a porta e sigo pela rua, cantarolando as músicas que ouço em meu fone de ouvidos, as pessoas me olham, umas espantadas, outras com sorrisos no rosto, outras não estão nem aí. Ando.
O dia segue. Passo pela rua que me traz várias memórias, agora é difícil focar nelas, parece que estão se perdendo.
Ensaios, aulas...
12:41...
Estou parado na padaria, pagando por um bolinho confeitado. Saio de lá, sento em um banco no parque, perto de uma árvore de flores amarelas, seguro o bolinho entre as mãos, encaro a velinha acesa, repensando tudo que se passou, agradecendo e desejando outras tantas coisas. Com os olhos fechados canto baixinho para mim, meu celular vibra no bolso, sorrio. Ela jamais esqueceria, nem deixaria passar em branco. Falo com mamãe, lágrimas teimosas decidem sair de meus olhos. Desligo o telefone. Sopro a velinha ao mesmo tempo em que o vento sopra forte.
Dou uma mordida forte e gulosa no bolinho. E sigo com meu dia.
Não mereço parabéns por nada, na verdade.
Ensaio mais... Aulas mais...
Chego a noite em casa. Preparo mais uma xícara de café e sento na janela do meu quarto observando que o mundo segue seu curso... Respiro e o aroma do café me anima.
Decido reescrever.
Começo então...
Era uma vez um menino que gostava de amarelo...
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Através do Espelho...
Parado diante de um espelho? O que você vê?
Você se reconhece?
Quem está do outro lado do vidro?
Será que você abriu seus olhos o bastante para perceber as coisas boas? Ou somente se contenta em sustentar seu fracasso como forma de auto destruição?
O mundo já está em movimento, e você quando nasce pega literalmente o bonde andando. Nos adaptamos, corremos atrás, nos doamos e vivemos cada dia como se ele fosse o último. Enquanto isso você faz o que?
Não pense que se colocar de castigo no canto da sala vai lhe ajudar. Seu pior inimigo é você mesmo. Seu maior aliado é você mesmo. Cabe a você decidir qual lado ouvir, mas lembre-se que todas as suas escolhas acarretam uma centena de consequências e você deve estar preparado para cada uma delas. De cabeça erguida, peito aberto.
Olha no espelho e me diz, o que você vê?
Destruir-se não é a melhor escolha, por que com você outras pessoas serão machucadas também.
Opte pelo caminho que menos vai doer.
Sim porque a vida dói e as vezes a gente sangra pra saber que está vivo e não se perder em um mundo de sonhos e ilusões. Você tem o mundo em suas mãos, todas as possibilidades, então não pense que você não tem nada.
Então levanta, vai mostrar ao mundo o por que você está aqui, contaminando as pessoas com sua bela energia e cativando as pessoas com esse sorriso sincero. Mexa-se!
E aí? Quem é esse do outro lado?
Você se reconhece?
Quem está do outro lado do vidro?
Será que você abriu seus olhos o bastante para perceber as coisas boas? Ou somente se contenta em sustentar seu fracasso como forma de auto destruição?
O mundo já está em movimento, e você quando nasce pega literalmente o bonde andando. Nos adaptamos, corremos atrás, nos doamos e vivemos cada dia como se ele fosse o último. Enquanto isso você faz o que?
Não pense que se colocar de castigo no canto da sala vai lhe ajudar. Seu pior inimigo é você mesmo. Seu maior aliado é você mesmo. Cabe a você decidir qual lado ouvir, mas lembre-se que todas as suas escolhas acarretam uma centena de consequências e você deve estar preparado para cada uma delas. De cabeça erguida, peito aberto.
Olha no espelho e me diz, o que você vê?
Destruir-se não é a melhor escolha, por que com você outras pessoas serão machucadas também.
Opte pelo caminho que menos vai doer.
Sim porque a vida dói e as vezes a gente sangra pra saber que está vivo e não se perder em um mundo de sonhos e ilusões. Você tem o mundo em suas mãos, todas as possibilidades, então não pense que você não tem nada.
Então levanta, vai mostrar ao mundo o por que você está aqui, contaminando as pessoas com sua bela energia e cativando as pessoas com esse sorriso sincero. Mexa-se!
E aí? Quem é esse do outro lado?
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